segunda-feira, 3 de agosto de 2009

CALVINISMO, CONFORME A REVISTA TIME, É A IDEIA QUE ESTÁ MUDANDO O MUNDO


A revista Time apontou o novo Calvinismo em terceiro lugar, na sua matéria de capa sobre as 10 Idéias transformando o mundo na atualidade(...).

Maiores informações, clique AQUI.

terça-feira, 21 de abril de 2009

BERLIM DEDICA EXPOSIÇÃO A REFORMADOR JOÃO CALVINO

BERLIM DEDICA EXPOSIÇÃO A REFORMADOR JOÃO CALVINO

Diz-se que as ideias de Calvino, reformador da igreja no século 16, inspiraram a democracia moderna e o capitalismo. Hoje, 500 anos após seu nascimento, o Museu
Histórico Alemão lhe dedica exposição em Berlim.

Com mais de 360 documentos históricos, obras de arte e objetos litúrgicos, a atual mostra de Berlim é a maior exposição na Europa durante o Ano Calvino, que marca os 500 anos do reformador nascido em 10 de julho de 1509, na cidade francesa de Noyon.

A exposição tem como foco a pessoa de Calvino e sua influência na Europa. A mostra também trata de temas como expulsão, migração e minorias — assuntos problemáticos para o continente durante diferentes épocas. O próprio Calvino foi forçado a fugir da França para a Suíça em 1535, quando a tensão religiosa levou a levantes violentos contra protestantes.

Isso aconteceu numa época em que a Europa estava dominada por monarcas e a Igreja Católica tinha grande influência tanto na política quanto na sociedade civil. E fazia apenas duas décadas que o alemão Martinho Lutero havia pregado suas 95 teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, defendendo a salvação através da fé e acendendo, inadvertidamente, a centelha da Reforma Protestante.

Foi nesse contexto que Calvino desenvolveu e propagou o movimento protestante que se iniciava. Mais tarde, sua doutrina teológica ficou conhecida como calvinismo.
O nascimento do Estado sem corrupção

Em entrevista à Deutsche Welle, o teólogo católico e professor aposentado Arnold Angenendt declara que “o calvinismo influenciou decididamente a forma moderna de vida”. Segundo o teólogo, Calvino é interpretado como aquele que disse que qualquer erro é sinal de que se foi abandonado por Deus.

O calvinismo é conhecido por propagar o trabalho duro, a confiabilidade e o perfeccionismo. Angenendt explica que “a ética calvinista criou o funcionário público responsável e profissional”. Para o historiador, isso significou “o nascimento do Estado europeu”.

Um funcionário público que se comporta conforme a ética calvinista não está passível de envolvimento com a corrupção. Os países ocidentais mais influenciados por Calvino têm governos menos corruptos que seus vizinhos do Leste, afirma Angenendt.
Responsabilidades individuais

As igrejas calvinistas são caracterizadas não somente pela forte consciência ética, mas também pela organização não-hierárquica, diz em entrevista à Deutsche Welle Achim Detmers, da Igreja Luterana na Alemanha. Esta igualdade “democrática”, segundo ele, não traz somente liberdade, mas também responsabilidade.

O calvinismo não prescreve um credo universal para cada situação. Em vez disso, novas situações históricas — como o surgimento do nazismo na Alemanha dos anos de 1930 ou tempos de desigualdade econômica — requerem que fiéis leiam novamente a Bíblia e façam interpretações relevantes, diz Detmers.

A redução da influência política eclesiástica e a ênfase no papel do indivíduo são todos ensinamentos do calvinismo, que têm mais em comum com a moderna democracia europeia do que com as últimas monarquias medievais.

“Calvino defendia um democracia aristocrática. Ele defendia uma separação administrativa da Igreja e do Estado, embora quisesse assegurar que a sociedade estava embasada em princípios cristãos como Os Dez Mandamentos”, explica o teólogo alemão.

Detmers comenta que particularmente em comparação com outras doutrinas, que são organizadas mais hierarquicamente e dão menor valor à participação dos fiéis, o calvinismo oferece às sociedades “modernas” um grande potencial de inovação e reflexão.

Uma solução calvinista para a crise financeira?

O clérigo luterano adverte, no entanto, que não deve ser estabelecida uma ligação muito forte entre Calvino e o desenvolvimento da democracia moderna e do capitalismo, chamando a atenção para o papel exercido por uma série de outros fatores sociológicos e históricos neste contexto.

Se os ideais calvinistas — baseados mais no medo do que na misericórdia — tiveram uma maior influência na sociedade atual, já é uma outra questão.

Na abertura da exposição em Berlim nesta semana, o premiê holandês, Jan Peter Balkenende, salientou que a forte ética de trabalho, que é parte importante da teologia calvinista, “se transformou num sistema moral”.

À luz da atual crise econômica, seria “bom se os mercados financeiros fossem mais fortemente governados por estes princípios”, afirmou Balkenende.
Bastiões da teologia reformista

Mais de 25 milhões de pessoas fazem parte da Igreja Luterana na Alemanha, de acordo com informações da própria Igreja. Desses, dois milhões pertencem às igrejas protestantes reformadas. Outros bastiões da teologia reformista na Europa são a Suíça, a Holanda, a Hungria, a Escócia e a França.

Na Alemanha, os membros das igrejas reconhecidas pelo Estado pagam uma dízimo mensal às Igrejas Católica e Protestante. No país, a Igreja Católica conta oficialmente com 25 milhões de fiéis.

A exposição Calvinismo fica aberta até 19 de julho próximo no Museu Histórico Alemão, em Berlim.























Autora: Kate Bowen
Revisão: Soraia Vilela
Fonte: Deutsche Welle
Divulgação: www.juliosevero.com


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Prof. Luis Cavalcante
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sábado, 21 de fevereiro de 2009

CALVINO E A EDUCAÇÃO

CALVINO E A EDUCAÇÃO

Verdade e Pluralidade - Introdução

Todos os que chegam à Universidade a cada ano logo se apercebem da pluralidade de entendimentos, concepções e valores que marcam o ambiente universitário. Embora a diversidade esteja presente em sua vida muito antes de se tornar um universitário, é aqui na Academia que o estudante sentirá mais de perto a sua força.

A pluralidade é um dos conceitos ícones da nossa geração, uma das marcas da moderna Universidade. Como tal, requer a nossa atenção, especialmente pelo fato de sermos uma Universidade confessional. Ainda que a pluralidade seja considerada como um dos postulados mais bem estabelecidos da nossa era, é saudável refletirmos sobre sua natureza, efeitos e desafios.

1) Pluralidade na Universidade

Embora o ensino superior exista desde a Antiguidade, a Universidade moderna teve suas origens na Europa do séc. XII, conforme a opinião mais aceita, e deve sua forma atual às universidades de Bolonha, Paris e Oxford, que surgiram durante o século XIII. Apesar de ter sofrido influências e transformações oriundas da Renascença, da Reforma e do Iluminismo, a Universidade permaneceu basicamente a mesma e é uma das instituições mais antigas e estáveis do mundo ocidental.

As universidades medievais surgiram graças a diferentes fatores, como atender à crescente demanda de pessoas em busca de educação, o desejo idealista de obter conhecimento, a resistência ao monopólio do saber pelos mosteiros, a vitalidade das escolas mantidas pelas catedrais e o desejo de reformar o ensino. Todavia, elas tinham um objetivo comum, uma mesma missão, que era a busca do conhecimento unificado que permitisse a compreensão da realidade.

Universitas, na Idade Média, era um termo jurídico que, empregado para as escolas, significava um grupo inteiro de pessoas engajadas em ocupações científicas, isto é, professores e alunos. Só mais tarde o termo viria a significar uma instituição de ensino onde essas atividades ocorriam. Tal designação já aponta para a tarefa que pessoas diferentes tinham em comum: a busca da verdade em meio à pluralidade de compreensões. Esse alvo requeria uma síntese das diferentes visões e compreensões de mundo, um campo integrado que desse sentido aos mais diversos saberes. O princípio subjacente à criação das universidades, portanto, era a procura das verdades universais que pudessem unir as diferentes áreas do conhecimento. Daí o nome “universidade”.

Quando as universidades medievais surgiram, a cosmovisão cristã que dominava a Europa fornecia os pressupostos para essa busca da unidade do conhecimento. Hoje, a visão cristã de mundo é excluída a priori em muitas universidades modernas pelos pressupostos naturalistas, humanísticos e racionalistas que passaram a dominar o ambiente acadêmico depois do Iluminismo. Tais pressupostos não têm conseguido até o presente suprir uma base comum para as diferentes áreas do saber. A fragmentação do conhecimento tem sido um resultado constante na Academia, como se as diferentes disciplinas tratassem com mundos distintos e contraditórios.

Lamentavelmente, hoje, muitas universidades viraram multiversidades ou diversidades, abandonando a busca de um todo coerente, de uma cosmovisão que dê sentido e relacionamento harmônico a todos os campos de conhecimento. Esse fenômeno se verifica primariamente na área das ciências humanas; todavia, nem mesmo a área das exatas lhe é totalmente imune, como testemunham as diversas percepções, por vezes conflitantes entre si, na matemática, física e química.

Conforme Allan Harman escreve:

As universidades em geral não mais possuem um fator integrador. A palavra “universidade” tem a idéia de unidade de conhecimento ou de abordagem. Derivada do latim “universum” refere-se à totalidade ou integração. Claramente o conceito era de que, dentro de uma universidade, havia aderência a uma base comum de conhecimento que interligava o ensino em todas as escolas.
Edgar Morin, intelectual francês contemporâneo, percebe corretamente essa fragmentação do conhecimento e da educação nas diversas obras que tem publicado.

Para ele,

... o sistema educativo fragmenta a realidade, simplifica o complexo, separa o que é inseparável, ignora a multiplicidade e a diversidade... As disciplinas como estão estruturadas só servem para isolar os objetos do seu meio e isolar partes de um todo. Eliminam a desordem e as contradições existentes, para dar uma falsa sensação de arrumação. A educação deveria romper com isso mostrando as correlações entre os saberes, a complexidade da vida e dos problemas que hoje existem.

2) Entendendo a Pluralidade

É evidente que existe uma grande pluralidade ou diversidade no mundo. A criação de Deus é plural, a humanidade feita à imagem dele é plural, as culturas são plurais, as idéias são plurais. Há uma enorme e fascinante diversidade na realidade que nos cerca. Para nós, essa impressionante variedade da existência revela a riqueza, o poder e a criatividade de Deus, conforme a Bíblia registra no Salmo 104.24,

Que variedade, Senhor, nas tuas obras!
Todas com sabedoria as fizeste;
cheia está a terra das tuas riquezas.

Tal entendimento em nada compromete nossa busca na academia por verdades absolutas e universais. As dificuldades surgem quando se confunde pluralidade com relativismo radical e absoluto. Esse último nega os conceitos de unidade, igualdade, harmonia e coerência que existem no mundo, entre idéias, pessoas e culturas. O relativismo total pretende desconstruir o princípio implícito de verdade absoluta, de valores, conceitos e idéias que sejam válidos em qualquer lugar e a qualquer tempo. Nesse sentido, a pluralidade se confunde com o relativismo que domina a mentalidade contemporânea, sendo entendida como a convivência de idéias e concepções contraditórias que devem ser igualmente aceitas, sem o crivo do exame da veracidade e sem que uma prevaleça sobre a outra, visto serem consideradas todas verdadeiras.

Para nós, que somos uma Universidade que se orienta por um conjunto de fundamentos – no caso, a fé cristã reformada –, a pluralidade, entendida como diversidade, é muito bem-vinda. A enorme variedade que caracteriza nosso mundo não anula de forma alguma a existência de verdades gerais e universais. Quando, todavia, a pluralidade é entendida como relativismo total ou sistema de contradições igualmente válidas, precisamos analisar o assunto com mais cuidado.

3) Desafios da Pluralidade

O relativismo absoluto gera diversos problemas de natureza prática, como, por exemplo, a dificuldade de se viver o dia a dia de forma coerente com a crença de que tudo é relativo. Mesmo os relativistas mais radicais são obrigados a capitular diante da inexorável realidade: a vida só pode ser organizada e levada à frente com base em princípios, valores e leis universais que sejam observados e reconhecidos por todos. Concordamos com Edgar Morin quanto à sua percepção da complexidade da vida e da existência . Todavia, entendemos que o reconhecimento de que todas as áreas de atividades e conhecimento são complexamente interligadas reflete um propósito unificado e uma origem única, apontando para o Criador. É evidente que essa interligação das partes com o todo, e vice-versa reforça a possibilidade de se buscar princípios e valores universais que permeiam e regulam o universo de conexões e aderências.

Dificilmente o ser humano consegue conviver em paz com o relativismo absoluto. Existe uma busca interior em cada indivíduo por coerência, síntese e unidade de pensamento, sem o que não se pode encontrar sentido na realidade, um lugar no mundo e nem mesmo saber por onde caminhar. Acreditamos que este ímpeto é decorrente da imagem de Deus no homem, um Deus de ordem, de propósitos, coerente e completo.

Para muitos, o ideal do pluralismo de idéias no ensino significa simplesmente que a Universidade deveria ser o local neutro onde todas as idéias e seus contraditórios tivessem igualdade de expressão, cabendo aos alunos uma escolha, ou não, daquelas que lhe parecerem mais corretas. Todavia, conforme bem escreveu Robert P. Wolff, a neutralidade da Universidade diante dos valores é um mito. É inevitável o posicionamento ideológico diante das questões da vida e do conhecimento. Esse ponto é inclusive reconhecido, ainda que timidamente, pela Lei de Diretrizes e Bases, quando define as universidades confessionais como aquelas que “atendem a orientação confessional e ideologia específicas.”

4) Verdade

As universidades de orientação confessional cristã há muito têm procurado desenvolver um modelo acadêmico em que a busca da verdade seja feita a partir da visão de mundo cristã em constante diálogo com a pluralidade de idéias e com a diversidade de visões e entendimentos. Não é tarefa fácil diante do mundo pluralista em que vivemos, a ponto de que alguns têm defendido que as próprias universidades confessionais desistam desse ideal.

Diante do quadro de fragmentação do saber e do relativismo que domina, em várias instâncias, a mentalidade universitária, afirmamos a existência, a realidade e a importância da verdade, de conceitos que são universalmente válidos em todas as áreas do conhecimento e da vida. Aqui, afirmamos as seguintes “verdades sobre a verdade":

1. A verdade é descoberta e não inventada. Ela existe independentemente do conhecimento que uma pessoa tenha dela. Ela existe fora de nós e não somente dentro de nós.

2. A verdade é transcultural. Se algo é verdadeiro, será verdadeiro em todas as culturas e tempos, ainda que sua expressão possa variar de acordo com o ambiente vivencial das pessoas.

3. A verdade é imutável, embora a nossa crença sobre ela possa mudar. Ela permanece a mesma, o que é relativo é nossa percepção dela.

4. As crenças das pessoas não podem mudar a verdade, por mais honestas e sérias que sejam.

5. A verdade não é afetada pela atitude de quem a professa ou de quem a nega.

Conclusão

Reconhecemos a diversidade e a complexidade das idéias, conceitos, costumes e valores existentes. Questionamos, todavia, que a pluralidade implica na total relativização da verdade. Afirmamos a existência de idéias e valores absolutos, princípios e verdades espirituais, éticas, morais, epistemológicas universais.

Cremos que o Cristianismo bíblico fornece o fundamento para a compreensão da realidade como um todo coerente, sempre levando em conta a fabulosa variedade da existência humana.

Encorajamos os alunos, os professores e o pessoal administrativo do Mackenzie a refletir sobre o fato de que a pluralidade, entendida como saudável diversidade, dentro de referenciais e sem a negação da verdade, enriquece o conhecimento humano e leva à melhor percepção de nós mesmos, de nosso mundo e de nosso Criador.

Rev. Dr. Augustus Nicodemus Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie


FONTE: http://www.mackenzie.br/ano2007000.html

Prof. Luis Cavalcante - http://luis-cavalcante.blogspot.com

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

BIBLIOGRAPHY OF THE INTEGRATION OF SOCIOLOGY AND CHRISTIANITY

This bibliography is intended to become as comprehensive a collection as possible of all written materials that explore the intersection of, or conversation between, sociology and Christianity. It does not include other sociological theory, research, or analysis produced by Christians, which is a much larger body of work that would be unidentifiable and therefore uncollectable.

The bibliography was begun by Jim Mathisen of Wheaton College and expanded by Dennis Hiebert of Providence College (Canada). Further citations, corrections, comments, or suggestions are solicited from anyone interested, and should be sent to Dennis Hiebert at dennis.hiebert@prov.ca, who will administer the bibliography and update it periodically. Hopefully, there will be an initial flood of additions and responses that will then settle into a stable pattern of long-term growth. Together, we can make this the most valuable resource possible.

The bibliography is divided into the following sections:

A. Books
B. Chapters from Authored or Edited Volumes
C. Journal Articles
D. Unpublished Materials

An additional section is devoted to unpublished papers presented at ACTS conferences, and is therefore not limited to works of integration, but is representative of the range of scholarship presented at the annual meetings. Copies can be obtained by contacting the authors directly.

E. Papers Presented at ACTS Conferences (by year)

A. Books

Baum, Gregory. 2007. Religion and Alienation: A Theological Reading of Sociology 2nd ed. Maryknoll, NY: Orbis Books.

Craig, William Lane, and Paul M. Gould, eds. 2007. The Two Tasks of the Christian Scholar: Redeeming the Soul, Redeeming the Mind. Wheaton, IL: Crossway Books.

De Santo, Charles P., Zondra G. Lindblade, and Margaret M. Poloma. (1992). Christian Perspectives on Social Problems. Indianapolis, IN: Wesley.

De Santo, Charles P., Calvin Redekop, and William L. Smith-Hinds, eds. 1980. A Reader in Sociology: Christian Perspectives. Scottdale, PA: Herald Press.

Ellul, Jacques. 1986. The Subversion of Christianity. Translated by Geoffrey W. Bromiley. Grand Rapids, MI: Eerdmans.

Fraser, David A. and Tony Campolo. 1992. Sociology Through the Eyes of Faith. New York: HarperCollins.

Gaede, Stan D. 1985. Where Gods May Dwell: On Understanding the Human Condition. Grand Rapids: Zondervan.

Gill, Robin, ed. 1996. Theology and Sociology: A Reader. London and New York.

Grunlan, Steven and Milton Reimer, eds. 1982. Christian Perspectives in Sociology. Grand Rapids, MI: Zondervan.

Heddendorf, Russell. 1990. Hidden Threads: Social Thought for Christians. Dallas: Word.

Knudsen, Robert D. 1981. Sociology: The Encounter of Christianity with Secular Science. Memphis, TN: Christian Studies Center.

Leming, M. R., R. G. DeVries, and B. F. J. Furnish, eds. 1989. The Sociological Perspective: A Value-committed Introduction. Grand Rapids, MI: Zondervan.

Lyon, David. 1975. Christians and Sociology: To the Challenge of Sociology…a Christian Response. Leicester, UK: Inter-Varsity.

Lyon, David. 1983. Sociology and the Human Image. Downers Grove, IL: InterVarsity Press.

Marshall, Paul and Robert VanderVennen, eds. 1988. Social Science in Christian Perspective. Lanham, MD: University Press of America.

Martin, David. 1997. Reflections on Sociology and Theology. New York: Oxford University Press.

Martin, D., J. M. Mills, and W. S. F. Pickering, eds. 2003. Sociology and Theology. Brill Academic Publishers.

Milbank, John. 2006. Theology and Social Theory: Beyond Secular Reason 2nd ed. Oxford: Blackwell Publishing.

Perkins, Richard. 1987. Looking Both Ways: Exploring the Interface between Christianity and Sociology. Grand Rapids, MI: Baker.

Smith, Christian. 2003. Moral, Believing Animals: Human Personhood and Culture. New York: Oxford University Press.

Storkey, Alan. 1979. A Christian Social Perspective. Leicester, UK: Inter-Varsity Press.

Swatos, William H., ed. 1987. Religious Sociology: Interfaces and Boundaries. New York: Greenwood.

Tweedell, Cynthia Benn, ed. 2003. Sociology: A Christian Approach for Changing the World. Marion, IN: Triangle Press.

Vidich, Arthur, J. and Stanford M. Lyman. 1985. American Sociology: Worldly Rejections of Religion and Their Directions. New Haven: Yale University Press.

Wolfe, Alan. 2002. Whose Keeper? Social Science and Moral Obligation. University of California Press.

B. Chapters from Authored or Edited Volumes

Balswick, Jack O. 1987. "The Psychological Captivity of Evangelicalism." Pp. 141-152 in Religious Sociology: Interfaces and Boundaries. edited by William Swatos. New York: Greenwood.

Balswick, Jack O. 1987. "Sociology, Christianity, and Humanity." Pp. 15-24 in Religious Sociology: Interfaces and Boundaries. edited by William H. Swatos. New York: Greenwood.

Bellah, Robert N. 2006. "Sociology and Theology." Pp. 451-521 in The Robert Bellah Reader. edited by Robert N. Bellah and Steven M. Tipton. Durham, NC: Duke University Press.

Berger, Peter L. 1992. "Prologue: Amid Different Follies." Pp. 3-24 in A Far Glory: The Quest for Faith in an Age of Credulity. New York: Free Press.

Burwell, Ronald J. 1987. "Epistemic Justification, Cultural Universals, and Revelation: Further Reflections on the Sociology of Knowledge." Pp. 87-100 in The Reality of Christian Learning. edited by Harold Heie and David L. Wolfe. Grand Rapids, MI: Christian University.

Clark, Robert A. 2002. "Sociology and Faith: Inviting Students into the Conversation." Pp. 70-92 in Teaching as an Act of Faith: Theory and Practice in Church-related Higher Education. edited by Arlin C. Migliazzo. New York: Fordham University Press.

Clark, Robert A. and Stan D. Gaede. 1987. "Knowing Together: Reflections on a Wholistic Sociology of Knowledge." Pp. 55-86 in The Reality of Christian Learning. edited by Harold Heie and David L. Wolfe. Grand Rapids, MI: Christian University.

Ellul, Jacques. 1972. "The Sociological Examination of Conscience." Pp. 72-86 in The False Presence of the Kingdom. New York: Seabury.

Moberg, David O. 1968. "Social Science." Pp. 261-303 in The Encounter between Christianity and Science. edited by Richard H. Bube. Grand Rapids, MI: Eerdmans.

Moberg, David O. 1968. "Sociology." Pp. 215-232 in Christianity and the World of Thought. edited by Hudson T. Armerding. Chicago, IL: Moody.

Moberg, David O. 1972. "The Social Sciences." Pp. 109-122 in Christ and the Modern Mind. edited by Robert W. Smith. Downers Grove, IL: InterVarsity.

Postman, Neil. 1988. "Social Science as Moral Theology." Pp. 3-19 in Conscientious Objections: Stirring Up Trouble about Language, Technology, and Education. New York: Vintage Books.

Scanzoni, John. 1972. "Sociology." Pp. 123-133 in Christ and the Modern Mind. edited by Robert W. Smith. Downers Grove, IL: InterVarsity.

Smith, Christian. 2003. "Secularizing American Higher Education: The Case of Early American Sociology." Pp. 97-159 in The Secular Revolution: Power, Interests, and Conflict in the Secularization of American Public Life. edited by Christian Smith. Berkeley, CA: University of California.

Wuthnow, Robert. 1989. "The Costs of Marginality." Pp. 158-176 in The Struggle for America’s Soul: Evangelicals, Liberals, and Secularism. edited by Robert Wuthnow. Grand Rapids, MI: Eerdmans.

C. Journal Articles

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Wuthnow, Robert. 1990. "Living the Question: Evangelical Christianity and Critical Thought." Cross Currents 40:160-175.

D. Unpublished Material

E. Papers Presented at ACTS Conferences (by year)

2008, St. Olaf College, Minnesota
Russell Heddendorf, Covenant College, "The Power of Paradox: Problems and Possibilities." r.heddendorf@att.net

2007, Campbellsville University, Kentucky
Dennis Hiebert, Providence College, "Purity and the Marriage Bed: Disembedding Christian Concepts of Marriage from Culture." dennis.hiebert@prov.ca

Val Hiebert, Providence College, "Female Genital Removal in Africa: The Semantic Tug of War." val.hiebert@prov.ca

2006, Covenant College, Georgia
Russell Heddendorf, Covenant College, "Sociology as a Calling for the Christian." r.heddendorf@att.net

Michael Yoder, Northwestern College, "Value-Free vs. Value-Full Teaching: Musings on an Old Dilemma." yoder@nwciowa.edu

2005, Wheaton College, Illinois
Scott Monsma, Northwestern College, "Critical Integration: Christianity and Sociology." monsma@nwciowa.edu

2004, Union University, Tennessee
Russell Heddendorf, Covenant College, "The Hidden Threads Model: A Paradigm for the Integration of Faith and Sociology." r.heddendorf@att.net

2003, Summer Institute of Linguistics, Texas
Russell Heddendorf, Covenant College, "Middle-Range Theory and the Idea of Christian Education." r.heddendorf@att.net

Dennis Hiebert, Providence College, "Integration Revisited and Renewed: What Christian Psychologists Are Saying." dennis.hiebert@prov.ca

2002, Asbury College, Kentucky
Michael Yoder, Northwestern College, "The Protestant Ethic vs. Limitations of Climate and Tropical Disease: A Macro-Level Analysis of Economic Prosperity." yoder@nwciowa.edu

2001, Indiana Wesleyan University, Indiana
Michael Yoder, Northwestern College, "Gender and Attitudes Toward Violence: A Preliminary Assessment." yoder@nwciowa.edu
2000, Lee University, Tennessee