terça-feira, 28 de junho de 2011

Stephen Fuller, sociólogo, 'falou e disse': o darwinismo é a astrologia da ciência

Stephen Fuller, sociólogo, 'falou e disse': o darwinismo é a astrologia da ciência
Posted: 27 Jun 2011 01:26 AM PDT

Notícias

26 de junho de 2011

Sociólogo: o darwinismo é a astrologia da ciência

E agora mesmo o seu maior trunfo é o financiamento público e os processos jurídicos.

Steve Fuller, um sociólogo agnóstico na Universidade Warwick (Grã-Bretanha) e autor do livro Dissent over Descent, [Dissidência sobre a descendência] nos fornece uma imagem interessante da astrologia nas décadas antes de sua queda que, inconfundivelmente, nos remete hoje ao darwinismo:

“… nos quatro séculos que separaram os primeiros escoláticos de Oxford de Newton, a astrologia cresceu em importância seculares resultando nas afirmações de conhecimento da área se tornando “não falseáveis,” a qualidade específica que Popper atribuiu às teorias pseudocientíficas. Em outras palavras, os astrológos se recusaram a submeter a um teste público o que pode revelar um erro fundamental em suas teorias.”




[como faz o arquidarwinista Richard Dawkins que se recusa debater, apesar da reprovação de colegas ateus de Oxford?]

“Suas razões são familiares para nós hoje. Quando a astrologia estava no alcance somente dos poderosos e era usada para decider o tempo apropriado das campanhas militares, ela era envolta em segredo no que hoje nós chamamos de ‘razões de segurança nacional’. Mas, começando no século 15, quando os astrólogos se mudaram para o emergente setor privado da Europa, e os horóscopos pessoais cada vez mais se tornou sua reserva de mercado, a confidencialidade do cliente era citada como base para a recusa em liberar seus registros das pistas. Mesmo assim, à medida em que os astrólogos ganharam status, eles fizeram maiores afirmações de conhecimento para sua área. Muitos principais intelectuais da Renascença, inclusive Ficino, Paracelso e Pomponazzi, tentaram alavancar a significância histórica da astrologia e a clientela em um papel fundacional no currículo médico da universidade. Como muitos entusiastas da biologia evolucionária na profissão médica atual, eles creram que a astrologia iria finalmente converter sua arte antiga numa ciência genuína com um sentido causal profundo a tal ponto de o bem-estar da humanidade estava registrado no cosmos.”

[Pense na medicina evolucionária, como um dos maiores prejuízos na história da medicina.]

“Isso se revelou ser um passo muito além, colocando a astrologia sob um escrutínio crítico muito mais severo do que antes. Subitamente todo o mundo era um popperiano avant la lettre. Desafios às pretenses da astrologia, até mesmo entre os pares praticantes, se tornou assuntos muito públicos que somente serviram para lançar dúvida sobre todo o empreendimento – mesmo quando os astrólogos foram revelados como tendo chegado a conclusões válidas.”- Dissent over Descent, p. 166-67

[Pense nos Altenberg 16 = um punhado de biólogos evolucionários de saco cheio.

O darwinismo vai terminar sendo a coluna da “tia evolucionária agonizante” em algum lugar para os fiéis eternamente esperançosos, assim como ainda existe uma coluna sobre astros nos jornais de hoje? Parece ser um epitáfio digno.

+++++

Source/Fonte: Blog Uncommon Descent

+++++

NOTA BENE: Steve Fuller [trocamos e-mails de vez em quando] foi muito educado e colegial com a Nomenklatura científica. Aqui neste blog eu descrevo este estado de falência heurística do darwinismo de ALQUIMIA.

A nova teoria da evolução, que a Nomenklatura científica teima em não abordar e debater publicamente a sua elaboração, nem explicar o por que da demora de sua entrega em 2020, se não incorporar em seu referencial teórico as teses do Design Inteligente, ainda deixará o darwinismo sendo ALQUIMIA, oops, Fuller é mais educado e colegial, ASTROLOGIA!!!

Fui, nem sei por que, pensando que os astrólogos de Darwin uma hora dessas devem estar lendo os mapas astrais evolucionários antes que chegue 2012... afinal de contas, nada em biologia faz sentido a não ser à luz dos horóscopos darwinianos...

Desde quando a história evolucionária da diversidade e complexidade das formas bióticas estava escrita nas estrelas???
 
 

segunda-feira, 20 de junho de 2011

14 de Junho 1920 d.C - Morre o intelectual alemão Max Weber

Hoje na História: 1920 - Morre o intelectual alemão Max Weber

Compartilhe

Morre em Munique, em 14 de junho de 1920, Max Weber, intelectual alemão, jurista, economista, considerado um dos fundadores da sociologia moderna. Personalidade influente na política alemã, foi consultor dos alemães no Tratado de Versalhes (1919) e na Comissão encarregada de redigir a Constituição de Weimar. Um dos fundadores em 1891 da Federação Pan-Germanista, adquiriu notoriedade em 1895 com seu discurso de posse na Universidade de Friburgo, quando se declarou a favor do imperialismo.

Wikicommons


Retrato de Max Weber em 1894

Weber desenvolveu estudos comparados sobre cultura e religião. Sua abordagem diferia de Karl Marx, que utilizou o materialismo dialético como método para explicar a evolução histórica das relações de produção. Contrastava igualmente com as propostas de Emile Durkheim, que considerava a religião a chave para entender as relações entre o indivíduo e a sociedade. Para Weber, o núcleo da análise social consistia na interdependência entre religião, economia e sociedade.

No seu conhecido ensaio A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, Weber expôs porque haviam surgido no Ocidente fenômenos culturais que iriam assumir significado e validade universal. O luteranismo e o calvinismo haviam estabelecido as bases do sucesso econômico, da racionalização da sociedade e do desenvolvimento do capitalismo.

Weber buscou uma ética econômica nas religiões baseada em raciocínios histórico-empíricos (Ensaios para uma Sociologia da Religião, 1920-1921). Nas obras publicadas postumamente, Economia e Sociedade (1922) e Ensaios sobre Economia (1922), estabeleceu as bases metodológicas para a análise da economia e da sociedade. O autor defendia que a investigação sociológica só era possível devido a uma multiplicidade de casos individuais, a partir do delineamento de modelos empíricos de análise, revelando-se este método decisivo nos estudos de cultura comparada.

Leia mais:

Com a crise, pessoas voltaram a ler Marx e visitar seu túmulo
Hoje na História: 1848 - Marx e Engels publicam o Manifesto Comunista
Hoje na História: 1937 - Aviões alemães bombardeiam a cidade basca de Guernica
Hoje na História: 1954 - Roger Bannister corre uma milha em menos de quatro minutos

Para Weber, o moderno sistema econômico teria sido impulsionado pela Reforma Luterana, quando dela emergiu a seita dos calvinistas com seu forte senso de predestinação e vocação para o trabalho. Fugiam com temor da bebida e do fausto. Tinham horror ao luxo. Até a culinária deles era insossa. Para compensar a sensaboria de suas vidas, promoveram a ética do trabalho profissional como fonte da satisfação pessoal, a que se entregaram com energia sagrada, encontrando abrigo no mundo germânico e anglo-saxão.

Coube a Weber relacionar esse comportamento com a ascensão do capitalismo. Weber não aceitava a tese de Marx sobre a "acumulação primitiva", que denunciava a espoliação dos camponeses medievais ingleses, como a fonte daquele modo de produção.
Para Weber, devia ser rastreado o efeito da Reforma de 1517, em que encontrou as sementes do moderno "espírito do capitalismo". Não julgava Lutero, Calvino, Huss e outros reformadores, como agentes do progresso ou tolerantes com o lucro. Teologicamente, desejavam um retorno ao cristianismo primitivo, à prática das catacumbas, a uma vida completamente regulada pela religião monoteísta. A condenação da vida monacal, porém, chamou sua atenção. Os protestantes consideravam-na um gesto egoísta. Enclausurar-se num mosteiro e dedicar-se somente às orações parecia uma grave alienação que "afastava o homem das tarefas deste mundo."

O abandono da vida contemplativa pelo empenho vocacional teve efeitos duradouros nas estruturas sócio-econômicas. Foi esta revolução ética, segundo Weber, a principal responsável pelo sucesso material dos países protestantes que, a partir do século XVII, colocaram-se na vanguarda do desenvolvimento ao engajarem toda a população no mundo produtivo. Ademais, o Concilio de Trento da Igreja Católica, transformado numa fortaleza da contra-reforma, enfatizava seu caráter anticientífico e inquisitorial, como se demonstrou no caso Galileu Galilei, quando ocorreu uma ruptura duradoura entre catolicismo e ciência.

A Reforma não só desenhou na Europa um novo mapa religioso, cindindo a Cristandade entre católicos e protestantes, como separou os países cientificamente adiantados dos atrasados. A Reforma e Contra-Reforma haviam traçado uma fronteira entre a disposição e a indiferença para o avanço científico.

Fonte: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticia/HOJE+NA+HISTORIA+1920++MORRE+O+INTELECTUAL+ALEMAO+MAX+WEBER_12704.shtml
 
Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/ / http://sociologiareformacional.blogspot.com/

domingo, 19 de junho de 2011

Bancas de Mestrado do Curso de Direito Politico e Econômico - Titulo: Leituras do Justo e Injusto e da ordem na Epístola de Paulo aos Romanos. - Autor: Mário Cesar Carvalho Pinto

Bancas de Mestrado do Curso de Direito Politico e Econômico - Titulo: Leituras do Justo e Injusto e da ordem na Epístola de Paulo aos Romanos. - Autor: Mário Cesar Carvalho Pinto
Titulo: Leituras do Justo e Injusto e da ordem na Epístola de Paulo aos Romanos.
Autor: Mário Cesar Carvalho Pinto
Banca Examinadora:
Professor(a) Dr(a): Alysson Leandro Barbate Mascaro
Professor(a) Dr(a): Ari Marcelo Solon
Professor(a) Dr(a): Dora Alice Colombo

Data da Defesa: 20/06/2011

Hora: 09h

Local: UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE
Rua da Consolação, 930 - Ed. João Calvino - 1º Andar - Sala 13
Fonte: http://www.mackenzie.br/bancas_direito_politico_me.html

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com / http://direitoreformacional.blogspot.com

Juiz anula união estável de casal homossexual. O magistrado contestou a decisão do Supremo, e disse que a Corte não tem competência para alterar normas da Constituição Federal.

Juiz anula união estável de casal homossexual. O magistrado contestou a decisão do Supremo, e disse que a Corte não tem competência para alterar normas da Constituição Federal.



Matéria postada no site http://fenasp.com/site/
Divulgação: http://direitoreformacional.blogspot.com e http://luis-cavalcante.blogspot.com

Condenamos a atitude do Professor e Psicólogo (marxista, socialista, esquerdista e construtivista) Hubert Van Gijseghem que defende a prática da pedofilia.

Condenamos a atitude do Professor e Psicólogo (marxista, socialista, esquerdista e construtivista) Hubert Van Gijseghem que defende a prática da pedofilia.

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://pedofilianauniversidade.blogspot.com/2011/06/condenamos-atitude-do-professor-e.html

O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e Registros Públicos de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, mostra que há esperança para o STF se recuperar da sua imoralidade: "Mesmo com decisão do STF, casal gay tem união estável cancelada em Goiás"

O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e Registros Públicos de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, mostra que há esperança para o STF se recuperar da sua imoralidade: "Mesmo com decisão do STF, casal gay tem união estável cancelada em Goiás"

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://corrupcaojuridica.blogspot.com/2011/06/o-juiz-da-1-vara-da-fazenda-publica.html

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sociedade está doente, diz professor

FABIO ANDRIGHETTO


Na manhã desta quinta-feira, Wellington Menezes de Oliveira, 24, entrou na escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo (zona oeste do Rio), e abriu fogo contra os alunos. O autor dos disparos cometeu suicídio depois de matar 11 e ferir outras 18.

Livro analisa as precárias condições de segurança nas cidades
Procurado pela Livraria da Folha, João Francisco Regis de Morais, professor aposentado da Unicamp e autor de "O Que É Violência Urbana" e "Stress Existencial e Sentido da Vida", disse que o caso é um sintoma de uma sociedade doente.

Arquivo Pessoal
Regis de Morais autor de "O que É Violência Urbana"
Regis de Morais autor de "O Que É Violência Urbana"

Para ele, mesmo inusitado na América Latina, esse fenômeno social não é difícil de ser compreendido por meio de análise sociológica. Ouça a entrevista.

Parte da coleção "Primeiros Passos", "O Que É Violência Urbana" analisa as violências --criminosas ou institucionalizadas-- que levam as pessoas a interiorizar uma permanente sensação de pânico.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/899694-sociedade-esta-doente-diz-professor.shtml

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/