"Les conditions fixées visaient notamment à empêcher des partis « d’extrême droite » et « xénophobes » de constituer un parti européen. Néanmoins, en octobre 2009, était créée l’Alliance européenne des mouvements nationaux, regroupant neuf partis dont le Front national, le British national Party, le parti hongrois Jobbik, etc. C’est seulement toutefois cette année que l’AEMN a pu remplir tous les critères pour être pleinement reconnue et recevoir un financement. Le 13 février dernier, le Parlement européen octroyait 289.266€ de subvention annuelle à l’AEMN.*"
Na União Europeia, o reconhecimento oficial de um partido político depende do voto do conjunto maioritário dos partidos concorrentes. Um partido político nacional que não esteja de acordo com a norma estandardizada e conforme o pensamento único, é condenado ao ostracismo pelos demais partidos normalizados.
O parlamento europeu acaba de proibir o financiamento, por parte da União Europeia, de partidos políticos agrupados na chamada Aliança Europeia de Movimentos Nacionais, que integra, por exemplo, a Frente Nacional francesa, o British National Party, o partido húngaro Jobbik, entre outros.
Em contraponto, convém dizer que a Comissão Europeia de Durão Barroso financia directamente a ILGA-Europa, para além de financiar a agenda política abortista e a promoção cultural do aborto na Europa.